Imóveis usados : como valorizá-los na venda?

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Para corretores inteligentes, os imóveis usados podem se transformar em verdadeiras cartas na manga, sabia? Pense bem: essas propriedades conseguem ter uma excelente liquidez, apresentando grandes perspectivas de lucros e possibilidade de ótimas negociações.

No entanto, para que o processo se desenrole de forma positiva, é importante tomar certas atitudes. Adotar estratégias para levantar os ambientes e ressaltar os pontos positivos da propriedade, por exemplo, podem fazer uma grande diferença! Quer entender melhor como valorizar os imóveis usados nas vendas? Descubra tudo no post de hoje!

Invista no home staging

Apesar de ainda não ser tão difundido no Brasil, o home staging possivelmente é o método mais eficaz para valorizar imóveis usados na hora da venda. A estratégia demanda algumas mudanças para fazer de uma casa ou um apartamento o palco ideal para uma negociação promissora! É simples: o profissional dá uma levantada na propriedade, tornando os ambientes mais atrativos e, consequentemente, com menores chances de rejeição por parte dos possíveis clientes. É preciso ter bom senso e olho clínico para fazer com que o imóvel atenda ao gosto comum, aproximando-se dos conceitos de decoração e arquitetura mais atuais.

Digamos, por exemplo, que a cozinha do imóvel usado tenha uma torneira de plástico. É primordial substituí-la por uma versão de metal. Seguindo a mesma lógica, paredes descascadas ou com cores gritantes devem receber algumas demãos de tinta em tonalidades neutras. Vidros quebrados precisam ser repostos e os jardins, bem cuidados. É só seguir esse raciocínio para tornar a propriedade muito mais encantadora para compradores em potencial.

Acerte na precificação

Acredite se quiser: acertar na precificação é um ponto crucial para valorizar imóveis usados. Então nada de cair na tentação de pedir um valor fora da realidade, viu? Essa tática não só afasta compradores em potencial como faz com que a falta de propostas jogue a cotação da propriedade lá para baixo.

O bom profissional precisa se informar sobre os preços praticados no metro quadrado da região para definir com o proprietário a quantia desejada, sempre mantendo os pés no chão. Para a precificação de um imóvel usado, é preciso valorizar especialmente as dimensões da propriedade e a possibilidade de se fazer grandes alterações na planta.

Mantenha tudo organizado

Manter os imóveis usados bem organizados é uma tática essencial para aumentar o número de interessados na compra. Se os moradores ainda residem na propriedade, o corretor pode pedir que caprichem na limpeza e tomem cuidado com hábitos desagradáveis, como o tabagismo ou a manutenção de animais domésticos no interior de casa. Nesses casos, o risco de o cheiro ficar impregnado é enorme.

É importante também remover todos os objetos desnecessários da decoração. Quanto mais clean estiver o ambiente, melhor! Peça também para que os proprietários mantenham as camas arrumadas, com as cobertas esticadas, pelo menos na hora da visitação. Banheiros também merecem atenção especial. Retire escovas e pastas de dentes da bancada da pia e peça que espirrem um spray aromatizador antes de os interessados chegarem. A impressão do imóvel é outra com essas ações simples!

Deixe a documentação em dia

Na prática, não é nada incomum que imóveis usados apresentem problemas na documentação. O detalhe é que isso afasta um grande número de possíveis compradores, consequentemente desvalorizando a propriedade. Por essas e outras, é fundamental estar com a papelada em dia, sem deixar nada pendente. Ter dívidas e taxas condominiais em atraso também é inaceitável.

Propriedades em inventário ou que sejam alvo de partilha de divórcio também podem fazer com que as pessoas desistam da compra por receio do conflito. O ideal, portanto, é conversar com os donos o quanto antes, explicando que não dá para perder oportunidades em tempos de crise. Quem sabe assim você não consegue resolver esses problemas rapidamente?

Entendido como é possível valorizar os imóveis usados para a venda? Então aproveite para conferir também como a tecnologia da geolocalização ajuda na hora de fechar novos negócios!

( fonte: Ingaia )

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O imóvel perfeito para seu cliente

Venda de imóveis: como encontrar o imóvel perfeito para seu cliente?

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Em praticamente qualquer setor, conhecer o perfil dos clientes é pré-requisito fundamental para conseguir fechar ótimas vendas. E essa afirmação se encaixa perfeitamente na realidade do mercado imobiliário! Afinal, só dessa forma é que você conseguirá encontrar o imóvel adequado para as necessidades daquela pessoa. Quer saber que características você não pode deixar de conhecer? Como usá-las para encontrar o imóvel perfeito para seu cliente? Fique de olho no nosso post de hoje e aprenda como melhorar sua venda de imóveis!

Estado civil

Conhecer o estado civil do cliente ajuda bastante na busca pelo imóvel perfeito para suas necessidades. Pessoas solteiras geralmente costumam valorizar apartamentos localizados em regiões com uma vida noturna e comercial mais rica, com restaurantes, bares e muitas opções de lazer no entorno. Além disso, principalmente nas grandes cidades, a tendência é que pessoas solteiras abram mão de ter um carro puramente pelo custo embutido. Por isso, caso seu cliente tenha esse perfil, o ideal é buscar imóveis em áreas com grande oferta de transporte público.

O tamanho é outro ponto a ser levado em consideração nesse sentido: apartamentos de apenas um quarto e quitinetes são opções mais que viáveis para esse público. Os casados, por outro lado, costumam buscar imóveis maiores, com pelo menos 2 quartos. Regiões majoritariamente residenciais costumam ser bem-vistas por quem já tem um núcleo familiar maior. E o perfil casado geralmente valoriza a existência de uma boa vaga na garagem.

Faixa etária

A idade do interessado é outro ponto que deve ser levado em conta na busca por um imóvel. Assim, é importante que o corretor tenha sensibilidade para oferecer opções realmente adequadas, alinhando realidade com desejo e necessidade.

Para o público mais idoso, por exemplo, oferecer um imóvel no quarto andar de um prédio sem elevador definitivamente não é a melhor escolha. Para esse perfil, apartamentos em bairros menos agitados, mas ainda assim com grande oferta de comércio (como padarias, bancos e supermercados) costumam ser bem-vindos. Já os mais jovens, mesmo que com família, costumam preferir imóveis em bairros mais movimentados. No caso de universitários, a proximidade com a faculdade e centros comerciais costuma ser decisiva.

Filhos

Não tem como negar: pessoas com filhos têm necessidades diferentes de quem não tem crianças em casa. Enquanto o primeiro grupo costuma valorizar imóveis com uma boa área de lazer para os pequenos, de preferência próximos a escolas e creches, o segundo grupo pode não fazer questão nenhuma de um condomínio com playground, salão de festas e afins.

Isso sem contar que o tamanho do imóvel oferecido também deve ser adequado ao tamanho da família do cliente. Dessa forma, quem tem muitos filhos, por exemplo, certamente vai preferir um apartamento ou uma casa com mais quartos e dependências completas. Lembre-se, então, que a existência de crianças tende a demandar espaço e entretenimento.

Possibilidades financeiras

As possibilidades financeiras do cliente não podem ficar de fora do roteiro de perguntas do corretor de imóveis. Uma pessoa que está disposta a pagar à vista, por exemplo, pode contar com um leque de ofertas de imóveis maior do que quem só consegue comprar o bem por meio de financiamento. Afinal, que vendedor não aceitaria todo o montante pedido de uma só vez na sua mão? Então pergunte, desde o início, como o processo se desenrolará caso você encontre o imóvel perfeito!

Como você viu, para indicar um imóvel que seja exatamente o que o cliente procura, é importante entendê-lo, conhecendo seu estilo de vida, seus principais desejos e suas necessidades mais urgentes. Não hesite em fazer todas as perguntas necessárias no primeiro contato e anote o máximo de informações possível sobre seu cliente. Ao ter esse cuidado, você automaticamente aumenta suas chances de fechar negócio.

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Incorporando o estilo Escandinavo

Há uma atmosfera de simplicidade, alegria e conforto em ambientes com o estilo escandinavo. Deve ser por isso que muita gente – inclusive a gente – gosta bastante dele. A combinação e o equilíbrio entre aconchego, simplicidade e formas contemporâneas, traz o resultado que todos nós já vimos e aprovamos. A tendência para a ornamentação mínima e clean dentro design escandinavo é também atraente para aqueles que tentam (ou precisam) viver mais com menos. E se você também é um apreciador do estilo escandinavo, que busca novas maneiras de trazê-lo para dentro de casa, aqui estão algumas fotos inspiradoras e mais algumas dicas para você. Divirta-se!

A Qualiti te dá algumas dicas para incorporar esse estilo.

  • Uma cor que ajuda bastante na iluminação, principalmente em um lugar onde os dias podem ser bastante curtos, como na Escandinávia, é o branco. Branco no branco no branco.2-sala-scandinava-tons-neutros

  • Os estofados e tecidos geralmente são neutros e naturais. Linhos, algodão e lã são super bem-vindos. Já as cores não fogem muito do padrão branco/bege, cinza, marrom, e preto.3-sala-scandinava-com-plantas
  • Mantenha os espaços livres do excesso de coisa (enfeite, bibelô, caixinha, etc). Lembre-se que os melhores modelos escandinavos são limpos, alinhados, sem muita informação e meticulosamente decorados.5-escada-reta-sem-detalhes
  • Luminárias, sejam elas de chão, parede ou teto, no design escandinavo, tendem a ser simples, minimalistas e modernas, com formas bem definidas.8-cozinha-escandinava-simples-branca
  • O piso de um autêntico ambiente escandinavo é de madeira e de preferência uma madeira clara. Mas hoje em dia a gente tem muitas outras alternativas mais baratas e práticas do que o piso de madeira. Não fique com medo de usar possíveis substitutos.11-cozinha-escandinava-detalhes-industriais
  • O uso de materiais orgânicos e naturais como couro, metal, tecidos naturais (linho, algodão, pele), é essencial para aprimorar a autenticidade de um espaço escandinavo.15-prateleiras-arrumadas

Inspire-se e divirta-se!!

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‘O caminho é longo e a recuperação é lenta’

2015 é um ano a ser esquecido para muito setores da economia brasileira, especialmente para o mercado imobiliário, que viu os lançamentos e as vendas recuarem em relação ao ano anterior. Contudo, para este ano de 2016, executivos do setor mantêm-se cautelosos, acreditando em uma retomada, mas sem arriscar grandes números para o segmento.

“O caminho é longo e a recuperação é lenta”, diz o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Claudio Bernardes, a respeito do setor e as soluções a serem tomadas para que o País comece a andar no que considera a direção certa.
Bernardes acredita que ainda no primeiro semestre o mercado deverá ter sinalizações e caminhar para a retomada. “Mas sem dúvida, será um ano com dificuldades, de reestruturação da produção, da estabilidade para a queda”, prevê.

O presidente do Secovi lembra que o estoque ainda não acabou e há oportunidades para empresas e pessoas. No entanto, demonstra preocupação com relação ao cenário futuro de quando o mercado sair do ciclo de depressão econômica. Quando isso ocorrer, deverá encontrar o setor sem capacidade de produção e com estoque baixo para atender a demanda.
“Isso significa aumento de preço. Por isso agora é a ocasião para quem puder escolher as melhores oportunidades” diz.

Cautela. Apesar de todas as dificuldade do setor, o diretor da executivo da incorporadora You, Inc., Eduardo Muszkat, conta que a empresa lançou quase R$ 600 milhões em 2015, acima do valor de 2014, que foi de R$ 450 milhões, com vendas dentro das expectativas. “Não estamos pessimistas para 2016. Estamos com pouco estoque e com novos produtos a serem lançados”, diz.

Para 2016, a You, Inc. tem planos para colocar no mercado entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões em projetos, 15% a mais do que neste ano. Segundo Muszkat, imóveis bem localizados e com preço certo ainda têm demanda. “Nosso perfil continua sendo de produto compacto de um, dois e três dormitórios, com metragem média entre 44 metros quadrados e 67 m², e preço entre R$ 400 mil e R$ 600 mil. É o produto que o mercado ainda procura.”

Muszkat lembra que em 2012, era possível vender 40% dos lançamentos no primeiro mês e hoje comercializa apenas a metade, 20%. “O mercado depende de demanda, e em São Paulo a demanda que existe é maior do que o mercado consegue abastecer a cada ano.”

Para ele, o que segura o mercado é a renda atrelada ao nível de emprego e à remuneração das pessoas. “E é a perspectiva futura de renda que fará o mercado sair ou não da inércia”, diz.

Estoque. Apesar de projetar aumento no faturamento, o presidente da Construtora Tarjab, Carlos Borges, espera para este ano um mercado um pouco pior que o do ano passado.

“Em 2016, lançaremos três empreendimentos e esperamos vender a quantidade de ofertas que temos em estoque. O mercado da construção civil tem ciclos longos e 2015 foi um ano de estoque. Por isso, esperamos que as coisas comecem a melhorar apenas no segundo semestre deste ano”, diz.

Segundo Borges, a empresa continuará investindo em produtos mais diversificados e que atendam as normas de desempenho. A Tarjab tem previsto para 2016 um empreendimento na cidade de Campinas e um hotel na região central da capital.

A diretora de atendimento da consultoria imobiliária Lopes, Mirella Parpinelli, está animada com a possibilidade de novos projetos imobiliários serem colocados no mercado este ano, uma vez que no ano passado os incorporadores trabalharam com estoque.

“É um momento de adequação do mercado. Muitos projetos devem ter andamento e aprovação em 2016. Temos bons lançamentos programados para o início deste ano, que felizmente tem o carnaval terminando mais cedo (em 9 de fevereiro) e o ano ‘começando’ na segunda na quinzena de fevereiro”, diz.

Mirella lembra ainda que há projetos de nicho, com ótima localização, por exemplo. Segundo ela, o cliente que encontra esse imóvel sabe que se não comprar naquele momento não vai encontrar depois.

De acordo com a executiva, no ano passado surgiu uma demanda reprimida no mercado imobiliário, que foi alimentada pelos distratos e pelos produtos de oportunidade – imóveis que cabem no bolso do cliente e que são comercializados por causa da falta de novos empreendimentos.

“Existem regiões da cidade que estão sem lançamentos, mas também há grandes empreendimentos imobiliários que movem regiões e que são colocados no mercado e vendidos por fases. E este ano, devem sair novos projetos do papel, no entanto, além do construtor e incorporador, o cliente também está com medo e inseguro diante do cenário econômico.”

A diretora da Lopes ressalta ainda que o volume de lançamentos em 2015 registrou queda no comparativo com o ano de 2014. Contudo, com os grandes projetos realizados em 2015, o ano deve fechar com valor geral de vendas (VGV) somando R$ 98 bilhões.

“Esperamos que 2016 seja melhor. Ainda vai ser um ano muito competitivo, por isso os produtos devem ser diferenciados. Este ano também não haverá espaço para aumento de preço.”

Mudança no financiamento acelerou queda

Ao olhar o mercado imobiliário de 2015, o vice-presidente executivo da VivaReal, Lucas Vargas, enxerga excesso de lançamentos e de estoque. “Mas se existiu um ponto que mudou o cenário foi em maio do ano passado (quando o limite de financiamento de imóveis usados passou a ser de 50%). A partir de então, a queda nas vendas foi muito mais brusca”, diz.

Segundo Vargas, para este ano o mercado precisa ter mais liquidez, um cenário positivo, sem inflação, com queda na taxa de juros e mais poupança para que as vendas voltem a subir.

“As pessoas precisam e querem fazer negócio e para quem quer vender ainda há espaço no mercado. Esperamos que 2016 tenha mais estabilidade.”

De acordo com o diretor geral da Brasil Brokers São Paulo, José Roberto Federighi, existe uma curva de correção no mercado imobiliário.

Na opinião dele, no ano passado, em relação ao ano de 2014, tivemos uma quantidade menor na oferta de imóveis e o que veremos em 2016 é um ano de expectativas, com momentos de insegurança para compreender como estará o mercado.

Para Federighi, o cenário de 2015 foi tão difícil, que qualquer pequena melhora que ocorrer nas vendas de imóveis em 2016, poderá mudar a percepção do mercado.

O diretor da Brasil Brokers ressalta que se a economia tiver expectativas de melhora, 2016 poderá ser um ano surpreendente para o mercado imobiliário. “Poderá haver alavancagem. O nosso negócio depende de tempo, uma vez que os nossos projetos são de longo prazo”, afirma Federighi.

Mercado Imobiliario

3 Regras para a Compra de um Imóvel Usado

O imóvel próprio sempre foi e sempre será o principal sonho de muitas pessoas, além do que, na grande maioria dos casos, este é o maior investimento que as famílias fazem durante toda uma vida. Para tornar este sonho real, o imóvel usado pode ser uma ótima opção para quem busca mais conforto e ambientes mais amplos.

Porém para que se faça um bom negócio, é preciso ficar atento a alguns detalhes estruturais do imóvel, no intuito de se evitar dores de cabeça e despesas com manutenção no curto prazo, como também cuidados são necessários.

Leve um especialista de sua confiança para conhecer o imóvel

Ao escolher um imóvel usado para adquirir, leve alguém que entenda sobre instalações elétricas e hidráulicas. Solicite que faça uma avaliação de toda parte estrutural, não só do apartamento, mas também do condomínio, pois fatores externos podem também gerar despesas, as quais serão rateadas pelos condôminos em caso de manutenção.

Com o aval de um especialista sobre estes detalhes, você terá a certeza de que não terá problemas com gastos não planejados que possam comprometer o seu orçamento.

Alteração na taxa de juros pela Caixa Econômica

Recentemente a Caixa Econômica reajustou a taxa de juros que praticava nos financiamentos imobiliários, como também, diminuiu o percentual a ser financiado pela instituição. Anteriormente, a Caixa solicitava uma entrada de 20% para imóveis usados, com as novas medidas, o comprador precisa ter em mãos 50% do valor do imóvel usado para conseguir o crédito, o que fez muita gente pensar em adiar o sonho da casa própria.

No entanto, como a caixa tornou-se menos atrativa para quem busca financiar imóveis usados e possuem um baixo valor para servir de entrada, outras instituições financeiras estão buscando suprir esta demanda.

Portanto, pesquise outras bandeiras bancárias, pois a maioria delas permanece financiando entre 70% e 80% do imóvel novo ou usado, com taxas atrativas, principalmente para quem deseja criar relacionamento com a instituição de crédito.

Certidões negativas e contrato

A compra de imóvel usado também requer alguns cuidados no que se refere à sua procedência. É necessário exigir que o seu Corretor de Imóveis providencie algumas certidões para ter a certeza de que o imóvel não possui pendências judiciais ou trabalhistas, as quais podem resultar em retomada do bem através de ações judiciais.

Além das certidões de praxe, as quais são retiradas no cartório, se deve ter o cuidado de providenciar também as certidões negativas da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, INSS, Receita Estadual, Receita Municipal, Receita Federal e de Ações em Família, a qual deve ser retirada no Fórum Cível da sua cidade. Estas certidões deverão ser obtidas nos nomes do proprietário do imóvel e também do cônjuge.

Vale lembrar que é muito importante que seja elaborado um contrato de compra e venda no qual conste todos os detalhes da transação.

Desta forma, você poderá aproveitar uma boa oportunidade de adquirir um imóvel usado, com a certeza de que não terá prejuízos e muito menos, dores de cabeça.

Fonte: Márcio Rodrigo – Lopes

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Índice Fipezap de locação tem queda de 1,30%

Foi registrado uma queda de 1,30% no índice de locação do FipeZap no período de 12 meses até julho de 2015.

Pela segunda vez consecutiva o índice que acompanha o preço do aluguel residencial mostrou queda nominal de preços em nove cidades brasileiras, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Na comparação mensal, o índice de locação registrou queda de 0,67% sobre o resultado do mês de junho.
Se comparado o preço de venda com o de locação, o retorno médio com aluguel em julho deste ano foi de 4,7% ao ano.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo
Administração de imóveis

Preços de imóveis residenciais seguem abaixo da inflação em julho, diz FipeZAP

No primeiro semestre do ano, o Índice FipeZAP registra crescimento acumulado de 1,38%

De acordo com o índice FipeZAP Ampliado divulgado nesta quarta-feira, o preço anunciado para venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras subiu abaixo da inflação pelo sétimo mês seguido em julho. Em 12 meses, os valores tiveram aumento nominal de 4,03%. Descontada a inflação, a queda real dos preços ficou em 4,94% até julho – no primeiro semestre do ano, os preços subiram 4,45% abaixo da inflação oficial.

Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.550) e Goiânia (R$ 4.162)

O comportamento dos preços tem sido influenciado pela restrição do crédito imobiliário, queda da renda e aumento do desemprego, com impacto sobre os estoques e os cancelamentos de vendas das incorporadoras.

Foi também a oitava vez consecutiva que o índice registrou queda real na base de comparação mensal, já que o aumento médio de 0,13% em junho foi inferior à inflação esperada de 0,72% para o mês (segundo o Boletim Focus, do Banco Central).

Ao fim do primeiro semestre, o Índice FipeZAP Ampliado registra um crescimento acumulado em 2015 de 1,38%. No mesmo período a inflação esperada para o IPCA (IBGE) é de 6,10%. Dessa maneira, o preço médio anunciado do m² para venda nas 20 cidades pesquisadas ampliou sua queda real para -4,45% em 2015. Com exceção de Florianópolis, todas as outras cidades que compõem o Índice FipeZap registraram variações menores do que a inflação, sendo que Niterói, Brasília e Curitiba tiveram queda nominal nesse mesmo período.

O valor anunciado do m² médio das 20 cidades em junho de 2015 foi de R$ 7.608. A cidade com o m² mais caro continua sendo o Rio de Janeiro (R$ 10.643), seguida por São Paulo (R$ 8.593). Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.550) e Goiânia (R$ 4.162).

Fonte: ZapImóveis

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Veja o que há no mercado para facilitar seu dia a dia, como camas, sofás, poltronas, cadeiras e até mesas e luminárias inteligentes.

Para acompanhar as mudanças de hábito do consumidor, muitas vezes provocadas pelas inovações tecnológicas, empresas do segmento mobiliário e de decoração têm lançado cada vez mais novidades que aliam conforto, funcionalidade e tecnologia.

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Além do criado-mudo, luminária não deixa a bateria do seu celular acabar (Foto: Reprodução – Ikea).

“Camas que eliminam ruídos ou oferecem a melhor posição para assistir à TV, uma cadeira que promete fortalecer músculos e queimar calorias ou criados-mudos e luminárias com carregadores de smartphones integrados são alguns exemplos da tecnologia disponível em móveis e objetos de decoração”, cita a arquiteta Thais Lacialamella.

Thais selecionou alguns exemplos curiosos entre os itens disponíveis no Brasil e no exterior:

Cama afasta ruídos – Do fabricante americano Hammacher Schlemmer, essa cama mais parece uma nave ou um ovo gigante. Feita em fibra de vidro, pesa 160 kg e mede 193 cm de diâmetro por 107cm de altura.

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Cama foi projetada para oferecer um tranquilo estado de relaxamento (Foto: Reprodução – Cool Things).

Essa cápsula foi projetada para oferecer um tranquilo estado de relaxamento. Promete eliminar 90% dos ruídos externos por sua forma elíptica e pelo material de sua estrutura – fibra de vidro. Vem com dois travesseiros e colchão d’água de material viscoelástico revestido de camurça, com painel que possibilita o controle de temperatura.

Um subwoofer faz o colchão vibrar, pois evidencia os graves da música, ressoando e trazendo maior relaxamento. Possui também sistema de som de 80watts com quatro alto-falantes, com entrada para iPod e smartphones. O casulo tem ainda sistema com 50 leds, que se sincronizam com o batimento cardíaco de quem está deitado, mudando de cor. A cama pode ser encontrada pelo preço de US$ 30 mil.

Cadeira que acaba com o sedentarismo – Da fabricante TAO Wellness e lançada neste ano, esta cadeira promete fortalecer os músculos, queimar calorias e melhorar a postura de quem se exercitar nela. Aparentemente uma cadeira executiva, ela possui estabilidade, reclina encosto e oferece diversos dispositivos para auxiliar nos exercícios por meio de aplicativo para smartphone.

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Falta de tempo não é mais desculpa para o sedentarismo. Cadeira promete ajudar o usuário a perder calorias (Foto: Reprodução – CNet).

Possui pequeno visor, onde mostra, entre outros dados, as calorias gastas durante os exercícios.

Sofá app e sofá play – Da fabricante italiana Italsofa, possui design contemporâneo, acomoda até seis pessoas e conta com encostos de cabeça ergonômicos com ajuste manual. Conta com entrada USB, carregador para iPhone e kit de áudio com tecnologia bluetooth.

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Sofá conta com tecnologia bluetooth (Foto: Reprodução – Pinterest).

A coleção de sofás e poltronas é criada e desenvolvida no Centro de Estilo na Itália e produzida em fábricas do grupo em todo o mundo, sempre próximas aos consumidores finais. O sofá App custa de R$ 11.213,00 a R$ 15.067,00 e o sofá Play custa de R$ 9.169,53 a R$ 16.300,95. Os modelos estão disponíveis em várias lojas no Brasil.

Poltrona de balanço iRock – Desenvolvida pelo estúdio alemão Micasa Lab, reproduz um princípio básico da física: movimento gera energia por atrito. Com um dínamo instalado, ela é capaz de aproveitar o balanço gerando energia para carregar os gadgets da Apple, como iPhone e iPad. Feita de madeira e pesando 18 Kg, vem com dock para iPad em um dos braços e dois alto-falantes no encosto. Custa 1.300 euros.

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Balanço da cadeira gera energia para Ipads e outros aparelhos (Foto: Reprodução – Engadget).

Criado-mudo que carrega celular – É possível carregar o seu smartphone de forma fácil, sem fios: basta colocá-lo sobre o carregador integrado e o carregamento começa de imediato.

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Carrega dois dispositivos ao mesmo tempo, já que o carregador também inclui uma porta USB. O acessório removível da gaveta ajuda a organizar pequenos objetos. Custa US$ 109,99 na Ikea.

Carregador em forma de luminária – O móvel pode carregar o seu smartphone de forma fácil, da mesma forma que o criado-mudo acima.  Ela oferece iluminação suave e cria um ambiente acolhedor e agradável. A altura é regulável para se adequar às suas necessidades. Também é vendido pela Ikea.

*Fonte: Revista Zap Imoveis

Decoração

Qualiti Imóveis é destaque na Revista Conexão Sebrae – Inovação é o melhor caminho

Qualiti Imóveis é destaque na Revista Conexão Sebrae – Inovação é o melhor caminho

Fabiano Neaime, diretor da empresa Qualiti Imóveis, foi destaque na edição Março/Abril da Revista Conexão Sebrae. A matéria Inovação é o melhor caminho, contou sobre algumas das atividades que a Qualiti Imóveis implantou em seus processos para melhorar a imagem e valorizar a empresa.

Confira a matéria completo no link abaixo

www.sebraesp.com.br/arquivos_site/noticias/revista_conexao/conexao47.pdf

Qualitty na Mídia

Universidade Secovi abre segunda turma de curso gratuito sobre economia de água

Com vagas esgotadas em dois dias para a primeira turma, iniciativa feita em parceria com a Sabesp é voltada para síndicos, zeladores e funcionários de condomínios e de administradoras

Estão abertas as inscrições para a segunda turma do curso gratuito “O uso racional da água”, que acontece em 12/3, quinta-feira, das 9 às 13 horas, na sede da Universidade Secovi. As aulas serão ministradas por técnicos da Sabesp. As vagas para a primeira turma, que acontece dia 26/2, esgotaram-se em dois dias.

Fruto de parceria entre a concessionária e o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o intuito da iniciativa é compartilhar informações sobre como os condomínios podem contribuir para a economia de água, recurso ameaçado no Estado de São Paulo devido à falta de chuvas. Em 2014, o mesmo curso foi ministrado em duas edições pela UniSecovi, em atenção aos indícios da iminente falta de água.

Com quatro horas de duração, o curso contemplará em seu conteúdo programático temas como: uso racional da água e conscientização de consumo; panorama atual de abastecimento; técnicas simples e objetivas sobre detecção de vazamentos em instalações hidráulicas; equipamentos economizadores; além de dicas de economia.

O público-alvo são síndicos, zeladores, demais funcionários de condomínios e de administradoras, que serão agentes replicadores nos condomínios onde trabalham e atendem. As vagas são limitadas.

Serviço:
Outras informações e inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 e universidade@secovi.com.br.
Curso: O uso racional da água.
Quando: 12/3 (quinta-feira), das 9 às 13 horas.
Onde: Universidade Secovi – Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2.344 – 10º andar – São Paulo/SP. Próximo à estação Brigadeiro do metrô.
Duração: 4 horas.
Inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 e universidade@secovi.com.br
PQE: O curso vale 20 pontos no PQE (Programa Qualificação Essencial) do Secovi-SP, para os segmentos de Administração de Condomínios e Associações de Adquirentes de Lotes, além de pontuar para a certificação eAC (Especialista em Administração Condominial).
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