‘O caminho é longo e a recuperação é lenta’

2015 é um ano a ser esquecido para muito setores da economia brasileira, especialmente para o mercado imobiliário, que viu os lançamentos e as vendas recuarem em relação ao ano anterior. Contudo, para este ano de 2016, executivos do setor mantêm-se cautelosos, acreditando em uma retomada, mas sem arriscar grandes números para o segmento.

“O caminho é longo e a recuperação é lenta”, diz o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Claudio Bernardes, a respeito do setor e as soluções a serem tomadas para que o País comece a andar no que considera a direção certa.
Bernardes acredita que ainda no primeiro semestre o mercado deverá ter sinalizações e caminhar para a retomada. “Mas sem dúvida, será um ano com dificuldades, de reestruturação da produção, da estabilidade para a queda”, prevê.

O presidente do Secovi lembra que o estoque ainda não acabou e há oportunidades para empresas e pessoas. No entanto, demonstra preocupação com relação ao cenário futuro de quando o mercado sair do ciclo de depressão econômica. Quando isso ocorrer, deverá encontrar o setor sem capacidade de produção e com estoque baixo para atender a demanda.
“Isso significa aumento de preço. Por isso agora é a ocasião para quem puder escolher as melhores oportunidades” diz.

Cautela. Apesar de todas as dificuldade do setor, o diretor da executivo da incorporadora You, Inc., Eduardo Muszkat, conta que a empresa lançou quase R$ 600 milhões em 2015, acima do valor de 2014, que foi de R$ 450 milhões, com vendas dentro das expectativas. “Não estamos pessimistas para 2016. Estamos com pouco estoque e com novos produtos a serem lançados”, diz.

Para 2016, a You, Inc. tem planos para colocar no mercado entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões em projetos, 15% a mais do que neste ano. Segundo Muszkat, imóveis bem localizados e com preço certo ainda têm demanda. “Nosso perfil continua sendo de produto compacto de um, dois e três dormitórios, com metragem média entre 44 metros quadrados e 67 m², e preço entre R$ 400 mil e R$ 600 mil. É o produto que o mercado ainda procura.”

Muszkat lembra que em 2012, era possível vender 40% dos lançamentos no primeiro mês e hoje comercializa apenas a metade, 20%. “O mercado depende de demanda, e em São Paulo a demanda que existe é maior do que o mercado consegue abastecer a cada ano.”

Para ele, o que segura o mercado é a renda atrelada ao nível de emprego e à remuneração das pessoas. “E é a perspectiva futura de renda que fará o mercado sair ou não da inércia”, diz.

Estoque. Apesar de projetar aumento no faturamento, o presidente da Construtora Tarjab, Carlos Borges, espera para este ano um mercado um pouco pior que o do ano passado.

“Em 2016, lançaremos três empreendimentos e esperamos vender a quantidade de ofertas que temos em estoque. O mercado da construção civil tem ciclos longos e 2015 foi um ano de estoque. Por isso, esperamos que as coisas comecem a melhorar apenas no segundo semestre deste ano”, diz.

Segundo Borges, a empresa continuará investindo em produtos mais diversificados e que atendam as normas de desempenho. A Tarjab tem previsto para 2016 um empreendimento na cidade de Campinas e um hotel na região central da capital.

A diretora de atendimento da consultoria imobiliária Lopes, Mirella Parpinelli, está animada com a possibilidade de novos projetos imobiliários serem colocados no mercado este ano, uma vez que no ano passado os incorporadores trabalharam com estoque.

“É um momento de adequação do mercado. Muitos projetos devem ter andamento e aprovação em 2016. Temos bons lançamentos programados para o início deste ano, que felizmente tem o carnaval terminando mais cedo (em 9 de fevereiro) e o ano ‘começando’ na segunda na quinzena de fevereiro”, diz.

Mirella lembra ainda que há projetos de nicho, com ótima localização, por exemplo. Segundo ela, o cliente que encontra esse imóvel sabe que se não comprar naquele momento não vai encontrar depois.

De acordo com a executiva, no ano passado surgiu uma demanda reprimida no mercado imobiliário, que foi alimentada pelos distratos e pelos produtos de oportunidade – imóveis que cabem no bolso do cliente e que são comercializados por causa da falta de novos empreendimentos.

“Existem regiões da cidade que estão sem lançamentos, mas também há grandes empreendimentos imobiliários que movem regiões e que são colocados no mercado e vendidos por fases. E este ano, devem sair novos projetos do papel, no entanto, além do construtor e incorporador, o cliente também está com medo e inseguro diante do cenário econômico.”

A diretora da Lopes ressalta ainda que o volume de lançamentos em 2015 registrou queda no comparativo com o ano de 2014. Contudo, com os grandes projetos realizados em 2015, o ano deve fechar com valor geral de vendas (VGV) somando R$ 98 bilhões.

“Esperamos que 2016 seja melhor. Ainda vai ser um ano muito competitivo, por isso os produtos devem ser diferenciados. Este ano também não haverá espaço para aumento de preço.”

Mudança no financiamento acelerou queda

Ao olhar o mercado imobiliário de 2015, o vice-presidente executivo da VivaReal, Lucas Vargas, enxerga excesso de lançamentos e de estoque. “Mas se existiu um ponto que mudou o cenário foi em maio do ano passado (quando o limite de financiamento de imóveis usados passou a ser de 50%). A partir de então, a queda nas vendas foi muito mais brusca”, diz.

Segundo Vargas, para este ano o mercado precisa ter mais liquidez, um cenário positivo, sem inflação, com queda na taxa de juros e mais poupança para que as vendas voltem a subir.

“As pessoas precisam e querem fazer negócio e para quem quer vender ainda há espaço no mercado. Esperamos que 2016 tenha mais estabilidade.”

De acordo com o diretor geral da Brasil Brokers São Paulo, José Roberto Federighi, existe uma curva de correção no mercado imobiliário.

Na opinião dele, no ano passado, em relação ao ano de 2014, tivemos uma quantidade menor na oferta de imóveis e o que veremos em 2016 é um ano de expectativas, com momentos de insegurança para compreender como estará o mercado.

Para Federighi, o cenário de 2015 foi tão difícil, que qualquer pequena melhora que ocorrer nas vendas de imóveis em 2016, poderá mudar a percepção do mercado.

O diretor da Brasil Brokers ressalta que se a economia tiver expectativas de melhora, 2016 poderá ser um ano surpreendente para o mercado imobiliário. “Poderá haver alavancagem. O nosso negócio depende de tempo, uma vez que os nossos projetos são de longo prazo”, afirma Federighi.

Mercado Imobiliario

3 Regras para a Compra de um Imóvel Usado

O imóvel próprio sempre foi e sempre será o principal sonho de muitas pessoas, além do que, na grande maioria dos casos, este é o maior investimento que as famílias fazem durante toda uma vida. Para tornar este sonho real, o imóvel usado pode ser uma ótima opção para quem busca mais conforto e ambientes mais amplos.

Porém para que se faça um bom negócio, é preciso ficar atento a alguns detalhes estruturais do imóvel, no intuito de se evitar dores de cabeça e despesas com manutenção no curto prazo, como também cuidados são necessários.

Leve um especialista de sua confiança para conhecer o imóvel

Ao escolher um imóvel usado para adquirir, leve alguém que entenda sobre instalações elétricas e hidráulicas. Solicite que faça uma avaliação de toda parte estrutural, não só do apartamento, mas também do condomínio, pois fatores externos podem também gerar despesas, as quais serão rateadas pelos condôminos em caso de manutenção.

Com o aval de um especialista sobre estes detalhes, você terá a certeza de que não terá problemas com gastos não planejados que possam comprometer o seu orçamento.

Alteração na taxa de juros pela Caixa Econômica

Recentemente a Caixa Econômica reajustou a taxa de juros que praticava nos financiamentos imobiliários, como também, diminuiu o percentual a ser financiado pela instituição. Anteriormente, a Caixa solicitava uma entrada de 20% para imóveis usados, com as novas medidas, o comprador precisa ter em mãos 50% do valor do imóvel usado para conseguir o crédito, o que fez muita gente pensar em adiar o sonho da casa própria.

No entanto, como a caixa tornou-se menos atrativa para quem busca financiar imóveis usados e possuem um baixo valor para servir de entrada, outras instituições financeiras estão buscando suprir esta demanda.

Portanto, pesquise outras bandeiras bancárias, pois a maioria delas permanece financiando entre 70% e 80% do imóvel novo ou usado, com taxas atrativas, principalmente para quem deseja criar relacionamento com a instituição de crédito.

Certidões negativas e contrato

A compra de imóvel usado também requer alguns cuidados no que se refere à sua procedência. É necessário exigir que o seu Corretor de Imóveis providencie algumas certidões para ter a certeza de que o imóvel não possui pendências judiciais ou trabalhistas, as quais podem resultar em retomada do bem através de ações judiciais.

Além das certidões de praxe, as quais são retiradas no cartório, se deve ter o cuidado de providenciar também as certidões negativas da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, INSS, Receita Estadual, Receita Municipal, Receita Federal e de Ações em Família, a qual deve ser retirada no Fórum Cível da sua cidade. Estas certidões deverão ser obtidas nos nomes do proprietário do imóvel e também do cônjuge.

Vale lembrar que é muito importante que seja elaborado um contrato de compra e venda no qual conste todos os detalhes da transação.

Desta forma, você poderá aproveitar uma boa oportunidade de adquirir um imóvel usado, com a certeza de que não terá prejuízos e muito menos, dores de cabeça.

Fonte: Márcio Rodrigo – Lopes

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Índice Fipezap de locação tem queda de 1,30%

Foi registrado uma queda de 1,30% no índice de locação do FipeZap no período de 12 meses até julho de 2015.

Pela segunda vez consecutiva o índice que acompanha o preço do aluguel residencial mostrou queda nominal de preços em nove cidades brasileiras, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Na comparação mensal, o índice de locação registrou queda de 0,67% sobre o resultado do mês de junho.
Se comparado o preço de venda com o de locação, o retorno médio com aluguel em julho deste ano foi de 4,7% ao ano.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo
Administração de imóveis

Preços de imóveis residenciais seguem abaixo da inflação em julho, diz FipeZAP

No primeiro semestre do ano, o Índice FipeZAP registra crescimento acumulado de 1,38%

De acordo com o índice FipeZAP Ampliado divulgado nesta quarta-feira, o preço anunciado para venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras subiu abaixo da inflação pelo sétimo mês seguido em julho. Em 12 meses, os valores tiveram aumento nominal de 4,03%. Descontada a inflação, a queda real dos preços ficou em 4,94% até julho – no primeiro semestre do ano, os preços subiram 4,45% abaixo da inflação oficial.

Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.550) e Goiânia (R$ 4.162)

O comportamento dos preços tem sido influenciado pela restrição do crédito imobiliário, queda da renda e aumento do desemprego, com impacto sobre os estoques e os cancelamentos de vendas das incorporadoras.

Foi também a oitava vez consecutiva que o índice registrou queda real na base de comparação mensal, já que o aumento médio de 0,13% em junho foi inferior à inflação esperada de 0,72% para o mês (segundo o Boletim Focus, do Banco Central).

Ao fim do primeiro semestre, o Índice FipeZAP Ampliado registra um crescimento acumulado em 2015 de 1,38%. No mesmo período a inflação esperada para o IPCA (IBGE) é de 6,10%. Dessa maneira, o preço médio anunciado do m² para venda nas 20 cidades pesquisadas ampliou sua queda real para -4,45% em 2015. Com exceção de Florianópolis, todas as outras cidades que compõem o Índice FipeZap registraram variações menores do que a inflação, sendo que Niterói, Brasília e Curitiba tiveram queda nominal nesse mesmo período.

O valor anunciado do m² médio das 20 cidades em junho de 2015 foi de R$ 7.608. A cidade com o m² mais caro continua sendo o Rio de Janeiro (R$ 10.643), seguida por São Paulo (R$ 8.593). Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.550) e Goiânia (R$ 4.162).

Fonte: ZapImóveis

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Veja o que há no mercado para facilitar seu dia a dia, como camas, sofás, poltronas, cadeiras e até mesas e luminárias inteligentes.

Para acompanhar as mudanças de hábito do consumidor, muitas vezes provocadas pelas inovações tecnológicas, empresas do segmento mobiliário e de decoração têm lançado cada vez mais novidades que aliam conforto, funcionalidade e tecnologia.

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Além do criado-mudo, luminária não deixa a bateria do seu celular acabar (Foto: Reprodução – Ikea).

“Camas que eliminam ruídos ou oferecem a melhor posição para assistir à TV, uma cadeira que promete fortalecer músculos e queimar calorias ou criados-mudos e luminárias com carregadores de smartphones integrados são alguns exemplos da tecnologia disponível em móveis e objetos de decoração”, cita a arquiteta Thais Lacialamella.

Thais selecionou alguns exemplos curiosos entre os itens disponíveis no Brasil e no exterior:

Cama afasta ruídos – Do fabricante americano Hammacher Schlemmer, essa cama mais parece uma nave ou um ovo gigante. Feita em fibra de vidro, pesa 160 kg e mede 193 cm de diâmetro por 107cm de altura.

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Cama foi projetada para oferecer um tranquilo estado de relaxamento (Foto: Reprodução – Cool Things).

Essa cápsula foi projetada para oferecer um tranquilo estado de relaxamento. Promete eliminar 90% dos ruídos externos por sua forma elíptica e pelo material de sua estrutura – fibra de vidro. Vem com dois travesseiros e colchão d’água de material viscoelástico revestido de camurça, com painel que possibilita o controle de temperatura.

Um subwoofer faz o colchão vibrar, pois evidencia os graves da música, ressoando e trazendo maior relaxamento. Possui também sistema de som de 80watts com quatro alto-falantes, com entrada para iPod e smartphones. O casulo tem ainda sistema com 50 leds, que se sincronizam com o batimento cardíaco de quem está deitado, mudando de cor. A cama pode ser encontrada pelo preço de US$ 30 mil.

Cadeira que acaba com o sedentarismo – Da fabricante TAO Wellness e lançada neste ano, esta cadeira promete fortalecer os músculos, queimar calorias e melhorar a postura de quem se exercitar nela. Aparentemente uma cadeira executiva, ela possui estabilidade, reclina encosto e oferece diversos dispositivos para auxiliar nos exercícios por meio de aplicativo para smartphone.

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Falta de tempo não é mais desculpa para o sedentarismo. Cadeira promete ajudar o usuário a perder calorias (Foto: Reprodução – CNet).

Possui pequeno visor, onde mostra, entre outros dados, as calorias gastas durante os exercícios.

Sofá app e sofá play – Da fabricante italiana Italsofa, possui design contemporâneo, acomoda até seis pessoas e conta com encostos de cabeça ergonômicos com ajuste manual. Conta com entrada USB, carregador para iPhone e kit de áudio com tecnologia bluetooth.

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Sofá conta com tecnologia bluetooth (Foto: Reprodução – Pinterest).

A coleção de sofás e poltronas é criada e desenvolvida no Centro de Estilo na Itália e produzida em fábricas do grupo em todo o mundo, sempre próximas aos consumidores finais. O sofá App custa de R$ 11.213,00 a R$ 15.067,00 e o sofá Play custa de R$ 9.169,53 a R$ 16.300,95. Os modelos estão disponíveis em várias lojas no Brasil.

Poltrona de balanço iRock – Desenvolvida pelo estúdio alemão Micasa Lab, reproduz um princípio básico da física: movimento gera energia por atrito. Com um dínamo instalado, ela é capaz de aproveitar o balanço gerando energia para carregar os gadgets da Apple, como iPhone e iPad. Feita de madeira e pesando 18 Kg, vem com dock para iPad em um dos braços e dois alto-falantes no encosto. Custa 1.300 euros.

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Balanço da cadeira gera energia para Ipads e outros aparelhos (Foto: Reprodução – Engadget).

Criado-mudo que carrega celular – É possível carregar o seu smartphone de forma fácil, sem fios: basta colocá-lo sobre o carregador integrado e o carregamento começa de imediato.

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Carrega dois dispositivos ao mesmo tempo, já que o carregador também inclui uma porta USB. O acessório removível da gaveta ajuda a organizar pequenos objetos. Custa US$ 109,99 na Ikea.

Carregador em forma de luminária – O móvel pode carregar o seu smartphone de forma fácil, da mesma forma que o criado-mudo acima.  Ela oferece iluminação suave e cria um ambiente acolhedor e agradável. A altura é regulável para se adequar às suas necessidades. Também é vendido pela Ikea.

*Fonte: Revista Zap Imoveis

Decoração

Qualiti Imóveis é destaque na Revista Conexão Sebrae – Inovação é o melhor caminho

Qualiti Imóveis é destaque na Revista Conexão Sebrae – Inovação é o melhor caminho

Fabiano Neaime, diretor da empresa Qualiti Imóveis, foi destaque na edição Março/Abril da Revista Conexão Sebrae. A matéria Inovação é o melhor caminho, contou sobre algumas das atividades que a Qualiti Imóveis implantou em seus processos para melhorar a imagem e valorizar a empresa.

Confira a matéria completo no link abaixo

www.sebraesp.com.br/arquivos_site/noticias/revista_conexao/conexao47.pdf

Qualitty na Mídia

Universidade Secovi abre segunda turma de curso gratuito sobre economia de água

Com vagas esgotadas em dois dias para a primeira turma, iniciativa feita em parceria com a Sabesp é voltada para síndicos, zeladores e funcionários de condomínios e de administradoras

Estão abertas as inscrições para a segunda turma do curso gratuito “O uso racional da água”, que acontece em 12/3, quinta-feira, das 9 às 13 horas, na sede da Universidade Secovi. As aulas serão ministradas por técnicos da Sabesp. As vagas para a primeira turma, que acontece dia 26/2, esgotaram-se em dois dias.

Fruto de parceria entre a concessionária e o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o intuito da iniciativa é compartilhar informações sobre como os condomínios podem contribuir para a economia de água, recurso ameaçado no Estado de São Paulo devido à falta de chuvas. Em 2014, o mesmo curso foi ministrado em duas edições pela UniSecovi, em atenção aos indícios da iminente falta de água.

Com quatro horas de duração, o curso contemplará em seu conteúdo programático temas como: uso racional da água e conscientização de consumo; panorama atual de abastecimento; técnicas simples e objetivas sobre detecção de vazamentos em instalações hidráulicas; equipamentos economizadores; além de dicas de economia.

O público-alvo são síndicos, zeladores, demais funcionários de condomínios e de administradoras, que serão agentes replicadores nos condomínios onde trabalham e atendem. As vagas são limitadas.

Serviço:
Outras informações e inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 e universidade@secovi.com.br.
Curso: O uso racional da água.
Quando: 12/3 (quinta-feira), das 9 às 13 horas.
Onde: Universidade Secovi – Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2.344 – 10º andar – São Paulo/SP. Próximo à estação Brigadeiro do metrô.
Duração: 4 horas.
Inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 e universidade@secovi.com.br
PQE: O curso vale 20 pontos no PQE (Programa Qualificação Essencial) do Secovi-SP, para os segmentos de Administração de Condomínios e Associações de Adquirentes de Lotes, além de pontuar para a certificação eAC (Especialista em Administração Condominial).
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Corretores de imóveis já podem se inscrever no Cersim 2015

Programa da Rede Secovi de Imóveis visa ao aprimoramento dos profissionais da intermediação imobiliária

Estão abertas as inscrições para o processo de obtenção da designação profissional Cersim 2015 (Corretor Especialista Rede Secovi de Imóveis).

Inspirado em modelos internacionais de sucesso, o Cersim oferece uma ampla grade de cursos, eventos e palestras com temas relacionados à atividade imobiliária e foco no aprimoramento e constante atualização do profissional de corretagem.

Desde 2013, ano em que o programa foi lançado, cerca de 150 corretores obtiveram a designação.

Corretor de imóveis há 10 anos, Robson Moreira, da Directa Imóveis, destaca o que o Cersim agregou a seu cotidiano. “Gostei porque nos mantemos atualizados. Ser corretor hoje não é como antigamente. As leis mudam, e quem não se recicla não consegue acompanhar todas essas mudanças”, exemplifica.

Programação – Em parceria com a Universidade Secovi, a Rede Secovi já definiu a grade de cursos de 2015. O primeiro deles será “A arte da negociação e do fechamento dos negócios”. Com duração de 12 horas, o curso se inicia em 19 de março, com aulas às terças e quintas-feiras, das 19 às 22 horas, na sede da Universidade Secovi (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2.344, 9º andar – São Paulo/SP).

Os demais cursos serão: “O Direito como ferramenta de sucesso nos negócios imobiliários” (início em 6/4), “Como gerenciar sua equipe” (19/5), “Ferramentas digitais” (8/6), “Direito imobiliário para corretores e gerentes de locação” (17/8) e “Trabalhe em rede para expandir seus negócios” (22/9).

Os cursos são abertos a todos os profissionais da intermediação imobiliária devidamente inscritos no Creci. Sócios do Secovi-SP e associados à Rede Secovi têm desconto especial. Mais informações: (11) 5591-1304 a 1308; redesecovi@secovi.com.br ou universidade@secovi.com.br.

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Sancionada a Lei do Corretor Associado, que traz segurança jurídica à relação entre imobiliárias e corretores de imóveis

A presidente Dilma Rousseff sancionou esta semana (19/1) a Medida Provisória 656, transformada na Lei nº 13.097 e publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União. A MP trata, dentre várias diretrizes, do regime de trabalho do corretor de imóveis, que poderá operar em sistema de associação com as imobiliárias.

“Esta lei formaliza a relação entre corretores e imobiliárias que atuam neste modelo há mais 40 anos, e traz mais segurança jurídica para as partes”, analisa Marcos Lopes, vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

A partir de agora, corretores poderão se associar a imobiliárias, mantendo sua autonomia profissional, sem que fique configurado qualquer vínculo, inclusive empregatício ou previdenciário.

O contrato que regerá a relação entre o profissional e a imobiliária será específico, e deverá ser registrado no sindicato da categoria. O documento tem de prever que a empresa e o corretor coordenem, entre si, o desempenho das funções e das responsabilidades de cada um no exercício da intermediação imobiliária.

“A liberdade de associação do profissional a qualquer empresa de seu interesse está garantida, sem a implicação de troca de serviços, pagamentos ou remunerações entre a imobiliária e o corretor de imóveis associado”, completa o vice-presidente do Secovi-SP.

Lopes adiciona, ainda, que esta lei é parte de um todo regulatório da profissão. “A lei do Corretor Associado e o enquadramento destes corretores ao regime tributário do Simples Nacional configuram o marco regulatório do setor. É uma conquista extraordinária para todos nós.”

Fonte: Secovi-SP

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Vendas de imóveis novos melhoram em novembro de 2014

Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP aponta reação em um ano de comportamento atípico para o setor

Empresas de incorporação concentraram esforços de lançamentos e vendas no final de 2014, e o mês de novembro apresentou bons resultados para o mercado imobiliário, tanto na capital paulista quanto nos outros municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), conforme Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Em novembro de 2014, foram comercializadas 2.987 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo, o que significou um aumento de 210,2% em relação ao mês de outubro, quando foram vendidas 963 unidades. Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento foi de 7,6% (2.777 imóveis negociados em novembro de 2013).

Do total comercializado em novembro de 2014, 1.165 unidades eram de 2 dormitórios; 1.117 de 1 quarto; 555 de 3 dormitórios; e 150 imóveis de 4 ou mais dormitórios.

Em valores absolutos, as unidades de 2 dormitórios foram as que mais venderam. Porém, analisando o VSO mensal (Vendas Sobre Oferta), o imóvel com o melhor desempenho foi o de 1 dormitório, com vendas de 13,6% do total ofertado. As unidades de 2 quartos atingiram o índice de 10,8%; as de 3 dormitórios representaram 7,1% do total; e as de 4 ou mais dormitórios, 5,5%.

Lançamentos – No mês de novembro de 2014, foram lançadas 6.301 unidades residenciais, conforme a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), um aumento de 169,7% em comparação com os lançamentos de outubro (2.336 unidades) e de 26,1% em relação a novembro de 2013.

Foram lançadas 2.105 unidades de 1 dormitório, 2.192 de 2 dormitórios, 1.442 de 3 dormitórios e 562 de 4 ou mais dormitórios.

Com VGV (Valor Global de Vendas) de R$ 1,6 bilhão, o penúltimo mês de 2014 apresentou um crescimento de 190,8% em relação a outubro, e queda de 28,2% em relação a novembro de 2013, considerando os valores atualizados pelo INCC (Índice Nacional de Custo de Construção).

Em novembro de 2014, o estoque do município de São Paulo ficou em 26.579 unidades ofertadas, um aumento de 12,4% em relação a outubro do mesmo ano, e de 42,1% se comparado a novembro de 2013. Considerando que a média de vendas de janeiro a novembro de 2014 foi de 1.666 unidades, esse estoque seria suficiente para 16 meses de vendas. Apesar do crescimento gradual da oferta durante os 11 meses do ano, tradicionalmente novembro e dezembro apresentam os maiores volumes de lançamentos, pois as empresas têm de cumprir metas anuais e aproveitam o 13º salário para incrementar as vendas.

Acumulado – No acumulado de janeiro a novembro de 2014, foram comercializadas 18.324 unidades residenciais novas. Na comparação com o mesmo período de 2013, a retração foi de 40%. Porém, para analisar esse comportamento, é preciso considerar que 2013 foi um ano excepcional para o mercado imobiliário, com elevado crescimento em relação aos dois anos anteriores.

Contudo, se compararmos o resultado dos 11 meses de 2014 com os mesmos períodos de 2012 e 2011, as quedas são bem menores, com registro de 24% e 25%, respectivamente.

Novembro foi o melhor mês para as vendas de unidades novas no município de São Paulo. “Passados os momentos mais críticos do ano, como Copa do Mundo e eleições presidenciais, em dois turnos, o mercado tomou fôlego e reagiu positivamente também no volume de lançamentos”, observa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Com o resultado de novembro, os lançamentos residenciais na Capital em 11 meses chegaram a 27.004 unidades novas, conforme apurado pela Embraesp. Mesmo com a recuperação do mês, esse total é 9% inferior ao mesmo período de 2013.
“Conforme as nossas expectativas, o mercado imobiliário apresentou melhores resultados em novembro, mês com maior quantidade de vendas no ano. Porém, a previsão é que o desempenho de 2014 fique aquém ao de 2013″, diz Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.

Estoque – Com 26.579 unidades ofertadas, a cidade de São Paulo atingiu seu maior nível histórico desde a mudança de metodologia da pesquisa, em janeiro de 2004. “Mas devemos ponderar que a Prefeitura está limitando cada vez mais a produção imobiliária, com parâmetros de construção restritivos e aumento dos custos de incorporação. Por conta desses fatores, os lançamentos tendem a diminuir nos próximos anos. Porém, não haverá um descompasso com a demanda, que permanece alta, e voltaremos a equilibrar a oferta”, analisa Emilio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

A Pesquisa Secovi-SP percebeu, no entanto, que pelo terceiro mês consecutivo os municípios do entorno da Capital venderam mais do que lançaram, com consequente redução do estoque. “Isso demonstra que o mercado dessa região está mais aquecido do que o da cidade de São Paulo”, avalia Kallas.

Esses comportamentos opostos entre a Capital e as outras cidades da RMSP parecem ter sido ditados, principalmente, pelo preço das unidades. “Enquanto o preço médio de um imóvel vendido no município de São Paulo é de R$ 520 mil, nos outros municípios é de R$ 375 mil”, justifica Petrucci.

Fonte: SECOVI-SP
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